segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Oceanário 2016





Mar Sonoro

Mar sonoro, mar sem fundo, mar sem fim.
A tua beleza aumenta quando estamos sós
E tão fundo intimamente a tua voz
Segue o mais secreto bailar do meu sonho.
Que momentos há em que eu suponho
Seres um milagre criado só para mim.
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sexta-feira, 26 de agosto de 2016

E Rodas...

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Fra Angelico, Mystic Wheel (The Vision Of Ezekiel) (1451-1452, Museo di San Marco, Florença)
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Coche da embaixada ao Papa Clemente XI, dos Oceanos (1716, Museu Nacional dos Coches)
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Marc Chagall, La Grande Roue
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Marcel Duchamp, Roue de bicyclette (1913, Israel Museum, Jerusalem)
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Stanley Pinker, The Wheel Of Life (1974)
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Wojciech Siudmak, La Roue Du Temps
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quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Iconografia da Fortuna


Hans Sebald Beham, Fortuna (1541)
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A deusa Fortuna, para os romanos (Tyche para os gregos) era filha de Júpiter. As representações da Fortuna, enfatizam a sua dualidade e instabilidade. É muitas vezes representada com duas faces, como Janus, ou de olhos tapados como a Justiça. Por vezes a sua cabeça é careca atrás, mas tem um cabelo longo na frente para poder ser apanhada, como a Ocasião (ou Oportunidade). O símbolo é a roda, o que tem origem na Consolação da Filosofia de Boécio (c. 524). A Fortuna comanda a roda, que é geralmente dividida em quatro estádios com figuras: uma a subir chamada de "regnabo", uma em cima que é muitas vezes coroada e chama-se "regno", uma a descer intitulada "regnavi" e a de baixo, sem reino, chamada de "sum sine regno".
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Cf. The Iconography of Fortuna - in (A. K.) Richard Leighton Greene. s.v. "Fortune." Dictionary of the Middle Ages, Vol.3, Joseph R Strayer, ed. New York: Scribner's, 1983. pp. 145-147; Fortuna (Wikipedia).
Cf. também «A Ocasião».
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Carmina Burana (c. 1230)
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quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Amor e Fortuna

Guido Reni, Fortuna (1637)
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No Portugal dos Pequenitos
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«Amor e Fortuna são
dous deuses que os antigos
ambos os pintaram cegos;
ambos não seguem rezão;
ambos aos mores amigos
dão mores desassossegos;
ambos são sem piedade;
ambos não lhes tomais tino
do querer ou não querer;
ambos não falam verdade:
Amor é cego minino,
Fortuna é cega mulher.»
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terça-feira, 23 de agosto de 2016

Recordações de Coimbra

Vista do Mondego a partir do Restaurante "Italia"









  








e Santa Clara e Coimbra vistas das Galerias

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Recordações da Figueira da Foz (2016)

A nova passadeira






Há flores na praia

A vista da Serra da Boa Viagem

As rosas do meu sogro

A Papoila dos vizinhos
 
A(s) gaivota(s) do mercado

Na cafetaria A Pharmácia (uma maravilha)

sexta-feira, 19 de agosto de 2016