sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

E do Sol (de Inverno)

Camille Pissarro, February, Sunrise, Bazincourt (1893, Kröller-Müller Museum, Otterlo)
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Gustave Caillebotte, The Garden at Petit Gennevilliers in Winter (c. 1894)
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Grace Cossington Smith, Sunny morning: Cows at Lanyon (1916)
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Sergiy Grigoriev, February Sun (1979)

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Da luz

Konstantin Yuon, So be light (1910)
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“No half-heartedness and no worldly fear must turn us aside from following the light unflinchingly.”
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quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Desde dia 18 que estamos sob o signo de Peixes

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Alguns Peixes famosos:
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Kurt Cobain (20 de Fevereiro)
Carlos Reis (21 de Fevereiro)
Alan Rickman (21 de Fevereiro)
George Washington (22 de Fevereiro)
George Harison (25 de Fevereiro)
Sean Astin (25 de Fevereiro)
Elizabeth Taylor (27 de Fevereiro)
Dr. Seuss (2 de Março)
Michelangelo (6 de Março)
Albert Einstein (14 de Março)
Michael Caine (14 de Março)
Bruce Willis (19 de Março)
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Há muitos mais, mas poucas mulheres da minha simpatia (que me lembre). Ver por exemplo aqui.

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

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Wassily Kandinsky, Angel of the Last Judgement (1911, Lenbachhaus, Munich)
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Porque hoje à noite sonhei que estava a dar um abraço ao meu tio, decidi relembrar um poema dele:

Apocalipse

A lua era azul
o sol avermelhado.
Quatro cavaleiros
volteavam no ar
sobre um cavalo alado.
Tinham as faces e as mãos brilhantes,
as roupas cintilantes
e o olhar cansado.
Foram-se no ar
deixando um longo rasto.
A lua era prateada
e o sol já se perdera.
Um anjo apareceu
onde o sol se pusera.
O julgamento tinha começado.
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Poema de João Mattos e Silva, Sem Contorno, Lisboa, Edições Excelsior, 1968, p. 72.

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

E um gato

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O Gato

Com um lindo salto
Leve e seguro
O gato passa
Do chão ao muro
Logo mudando
De opinião
Passa de novo
Do muro ao chão
E pisa e passa
Cuidadoso, de mansinho
Pega e corre, silencioso
Atrás de um pobre passarinho
E logo pára
Como assombrado
Depois dispara
Pula de lado
Se num novelo
Fica enroscado
Ouriça o pêlo, mal-humorado
Um preguiçoso é o que ele é
E gosta muito de cafuné.

Com um lindo salto
Leve e seguro
O gato passa
Do chão ao muro
Logo mudando
De opinião
Passa de novo
Do muro ao chão
E pisa e passa
Cuidadoso, de mansinho
Pega e corre, silencioso
Atrás de um pobre passarinho
E logo pára
Como assombrado
Depois dispara
Pula de lado
E quando à noite vem a fadiga
Toma seu banho
Passando a língua pela barriga.
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sábado, 17 de fevereiro de 2018

Os cães de Tóssan

Por sugestão de M, aqui ficam alguns cães do Cãopêndio de Tóssan (1959).
O meu preferido é o Cão Prido :-) Obrigada!
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sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Feliz Ano do Cão! E Afinidades XIX

Cães (Dinastia Qing, Período Qianlong, 1736-1795, Palácio Nacional de Queluz)
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O tema do cão na arte já andou por aqui, mas aqui ficam mais uns. Até porque é o meu signo chinês :-)
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Jacques Laurent Agasse, A pointer
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Mary Cassatt, Woman by a Window Feeding Her Dog (c. 1880)
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Rafael Bordalo Pinheiro, Cão (1896, Museu da Cerâmica, Caldas da Rainha)
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Artur Loureiro, Nero (1929, Museu Nacional Soares dos Reis, Porto)
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Charley Harper, Dachshund
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Jeff Koons, Poodle (1991, Museu Colecção Berardo, Lisboa)
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Eve Arnold, USA. School bus (1958)
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Emília Matos e Silva, Gipsy (a minha cadela, pintada pela minha mãe)
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E as afinidades, que sob outro ponto de vista, já tinham vindo ao blogue:

Bartolomé Estaban Murillo, Boy with a dog (c. 1650)
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Édouard Manet, Boy with Dog (1860-1861)

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Feliz Dia de São Valentim!

Susan Homer, Valentine's Day Cake (2006)
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Quanto ao bolo, gostava de ter experimentado este, mas não houve oportunidade:
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terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Bom Carnaval!

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«O Carnaval em Lisboa» (e detalhe), in O António Maria, 10 de Fevereiro de 1883.
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Uma amiga minha diz que hoje se deve comer arroz doce, por isso, aqui fica a dica.
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Arroz Doce de A Vida no Paraíso

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Da Névoa

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«A Escultura de Névoa, pensou Langdon.
Tinha lido sobre aquela obra da artista japonesa Fujiko Nakaya. A "escultura" era revolucionária por ser feita de ar visível, de uma parede de névoa que se materializava e dissipava ao longo do dia; e porque a brisa e as condições atmosféricas nunca eram idênticas de um dia para o outro, criava uma escultura diferente de todas as vezes que aparecia».
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Dan Brown, Origem, Lisboa, Bertrand Editora, p. 25.

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Um pintor esquecido I

Jaime Verde, Aldeia de Pescadores (c. 1894)
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Jaime Verde (1863-1945) foi um pintor que me chamou a atenção, quando estava a fazer a tese de Mestrado sobre Columbano Bordalo Pinheiro, porque há uma carta dele para Columbano, escrita de Paris, a 6 de Janeiro de 1892 (Museu do Chiado-MNAC). Há pouco tempo encontrei na revista Colóquio Artes, um artigo sobre ele, escrito por Lucília Verdelho da Costa.
Jaime Verde era primo do poeta Cesário Verde (1855-1886). Estudou pintura com Silva Porto e estreou-se nos salões da Sociedade Promotora das Belas-Artes. Em 1887, dedicou um quadro animalista ao seu amigo Manuel Gustavo Bordalo Pinheiro (1867-1920), o que demonstra que a sua ligação à família Bordalo Pinheiro vinha, pelo menos, por aqui. Em 1891, foi para França, sendo aluno de Jules Breton (1827-1906) e de Adrien Demont (1851-1928). Em 1891-1892, retratou o seu colega Veloso Salgado (1864-1945). Viajou depois pela Bretanha, de onde resultou o quadro Hiver, exposto em 1892, no Salon. Esta viagem originou também as paisagens que enviou para a exposição do Grémio Artístico - sendo elogiado por Fialho de Almeida, que apreciou, entre outras, a obra Rivière de Queredef (Finisterre): «bastava este quadro para saudar no pintor um visionista de talento» (Vida Irónica, Vol. V, 1.ª ed. 1893). Lucília Verdelho da Costa, a propósito destas paisagens e de outras posteriores, fala em «comunhão absoluta com a natureza agreste, onde se espelha o drama da estesia do pintor». Após o regresso a Portugal, em 1894, Jaime Verde expôs com Teixeira Lopes (1866-1942). Pouco tempo depois, deixaria de pintar, tendo esgotado «a inspiração desse lirismo sincero em que se comprazeu a sua personalidade meditativa». Sabe-se que habitou em Colares e faleceu no Estoril, em 1945. - Cf. Lucília Verdelho da Costa, «Jaime Verde no Naturalismo Português», Colóquio Artes, n.º 89, Junho de 1991.

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Retrato

Michelangelo Buonarroti, Túmulo de Lorenzo de' Medici (1524-1531, Sagrestia Nuova, San Lorenzo, Florença)
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«Du point de vue des humanistes, le portrait se justifiait comme une présentation de l'homme en fonction de son "idée". Il devait désigner un type idéal conforme à l'anthropologie des modernes. (...) Le portrait doit être la mise en évidence de certaines "valeurs" humaines. Le modèle ne doit être qu'un prétexte: Michel-Ange était plus conscient que personne de la distance qui sépare la figure particulière de la forme artistique. Une lettre de Niccolo Martelli, en 1544, rapporte que le sculpteur a délibérément ignoré á la chapelle Médicis l'apparence des ducs pour leur donner la noblesse et la splendeur de types; il déclarait que "dans mille ans il n'y aurait personne pour dire qu'ils étaient autrement" (...)».
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André Chastel, Art et Humanisme à Florence au Temps de Laurent le Magnifique, Paris, Presses Universitaires de France, 1982 (1.ª ed. 1959), p. 316.

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Termos de Arte e de Arquitectura - Acrotério

Acrotério (ClipArt Etc)
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«O termo indicava originalmente o pedestal que suportava elementos decorativos (estátuas, vasos, palmetas) realizados em mármore ou em barro, colocados sobre os vértices do frontão, nos templos gregos, etruscos e romanos; de seguida alargou-se ao próprio elemento decorativo que, para além dos templos, se pode encontrar nas extremidades dos ângulos dos edifícios sagrados e profanos. Um célebre exemplo de acrotério encontra-se no museu de Olímpia: trata-se de um disco de barro colorido proveniente do templo dedicado a Hera. O termo pode indicar também o pequeno pilar que marca a divisão entre as pequenas colunas nas balaustradas». - in Dicionário de Termos Artísticos e Arquitectónicos, Público, 2006, p. 14.
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terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

E outro provérbio...

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«Homem de sete ofícios em todos é remendão». 
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Almanaque Bertrand 2017-2018, Bertrand Livreiros, p. 47.

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Provérbio para Fevereiro

Martin Munkácsi, The Puddle Jumper (1934)
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«Água de Fevereiro enche o celeiro».
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Almanaque Bertrand, 2017-2018, Bertrand Livreiros, p. 51.

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Íris - Flor de Fevereiro

Albrecht Dürer, Iris Troiana
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Katsushika Hokusai, Irises and Grasshopper (Guimet Museum, Paris)
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Maison Edouard Honoré, Prato "Iris" (1824-1840, Palácio Nacional da Ajuda)
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Henri Fantin-Latour, Bouquet of Peonies and Iris (1884)
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Vincent van Gogh, The Iris (1889, National Gallery of Canada, Ottawa)
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Claude Monet, The Iris Garden at Giverny (1899-1900) 
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John Ferguson Weir, Japanese Iris - Six Varieties
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Pyotr Konchalovsky, Irises (1911)
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Ohara Koson, Flowering iris (1934)
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Georgia O'Keeffe, Iris 7
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Jamie Wyeth, Iris at Sea (1994)
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Aaron Shikler, Iris (Alizes) (2004)